A sua origem está ligada tanto a esforços físicos excessivos ou movimentos inadequados quanto a síndrome dolorosa miofascial, hérnia de disco, degeneração do disco, distensão muscular, estenose da medula espinhal, osteoartrose, artrite reumatoide, entre outras condições. Embora normalmente não esteja relacionada a um problema sério, essa dor prejudica consideravelmente a qualidade de vida e as atividades profissionais dos pacientes.
Pelo fato da lombalgia possuir diferentes causas, ela é considerada um conjunto de sintomas que pode atingir pessoas de todas as idades.
Apesar de ser um quadro que preocupa muito os pacientes, a minoria dos casos clínicos evolui para o agravamento das queixas – principalmente quando o tratamento é feito corretamente.
Podemos classificar a lombalgia em dois tipos:
Lombalgia aguda: geralmente causada por lesão na lombar. Seja pelo excesso de esforço físico ou por movimentação inadequada. Costuma ter duração de menos de duas semanas, no entanto, se persistir por mais de seis semanas, deve ser feita uma investigação mais profunda.
Lombalgia crônica: caracterizada por episódios de dores com duração superior a três meses com quadro de dores intensas e moderadas. Pode surgir por questões genéticas, sedentarismo, tabagismo ou por outras condições de saúde.
Por isso, é importante salientar que, apesar de não ser uma doença, é recomendado que o indivíduo com os sintomas passe por avaliação médica, para que ele seja diagnosticado quanto antes e realize tratamento eficaz.
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